domingo, 12 de febrero de 2017

2009 - TOM VELOSO



28/4/2009

Filho de Caetano Veloso é campeão em torneio de Zidane

GloboEsporte.com





Tom Veloso beija a medalha de campeão

O músico Caetano Veloso está sendo bem representado nos gramados pela família. Seu filho caçula, Tom Lavigne Veloso, de 12 anos, foi campeão de um torneio infantil durante o final de semana, no Rio, pelo CFZ. Em outubro, o menino poderá até encontrar Zinedine Zidane em São Paulo.

A equipe sub-12 do CFZ foi campeã da etapa carioca da Copa das Nações Danone, torneio apadrinhado pelo ídolo francês. O time venceu o Iate Clube Jardim Guanabara nos pênaltis e classificou-se para a final nacional, que acontecerá em julho, em São Paulo.

O campeão brasileiro vai representar o país no mundial da Copa das Nações Danone. O torneio, que sempre foi realizado na França, será disputado em outubro em São Paulo, com a presença de Zidane, no provavelmente no Pacaembu.




8/5/2009
Paizão: Caetano Veloso confere jogo de futebol do filho
O cantor foi clicado na torcida pelo caçula, Tom Lavigne Veloso
Do EGO, no Rio






Como diz o ditado: não basta ser pai tem que participar! E com Caetano Veloso não foi diferente. O cantor foi clicado na torcida pelo filho caçula, Tom Lavigne Veloso.

O menino faz parte da equipe de futebol do Centro de Futebol Zico S.E Rio e foi campeão da etapa carioca da Copa das Nações Danone.

A Copa das Nações Danone é maior torneio infantil de futebol do mundo para crianças com idades entre 10 e 12 anos e "apadrinhado" pelo ex-jogador francês Zinedine Zidane.




7/7/2009


GLOBOESPORTE.COM Rio de Janeiro

Caetano Veloso e Cafu marcam presença em torneio infantil de Zidane

CFZ-RJ, que conta com o filho do compositor, vence etapa brasileira de competição apadrinhada pelo ex-jogador da seleção da França


O cantor e compositor Caetano Veloso faz a festa com a equipe infantil do CFZ que, no último domingo, conquistou a etapa brasileira da Copa das Nações Danone, torneio de futebol para meninos entre 10 e 12 anos cujo padrinho é o ex-jogador francês Zinedine Zidane.



A equipe carioca, que conta com o filho caçula do músico (Tom Lavigne Veloso), derrotou o Poços de Caldas-MG na decisão, realizada no Centro de Praticas Esportivas da USP, em São Paulo, por 1 a 0. 

 

 








Quarta-feira, 19 de agosto de 2009

Filho de Caetano Veloso é promessa no CFZ 

Filho de peixe...peixinho é? Para Caetano Veloso o ditado não se encaixa. O filho do astro da música brasileira é um dos jovens talentos do CFZ, time de Zico, no Rio de Janeiro. Tom Lavigne Veloso, 12 anos, é o caçula da empresária Paula Lavigne e Caetano Veloso. Ele é atacante da equipe sub-12 do CFZ, que se sagrou campeã brasileira da Copa das Nações Danone e representará o país no mundial do torneio, marcado para outubro em São Paulo.

Os ídolos de Tom, torcedor do Flamengo? Adriano e Riquelme. Ele também se aventura na música. Toca piano desde os 8 anos e tem no repertório hits dos Beatles como Lucy in the Sky with Diamonds e também nada menos que a Nona Sinfonia de Beethoven.

Mas se tiver que escolher, ele não tem a menor dúvida: quer os gramados de futebol.

 



Terça-feira, 8 de setembro de 2009

Herdeiros de Dominguinhos e Caetano Veloso

Por Vladistone Menezes




Dois parentes de músicos famosos defendem o time sub-12 do CFZ (Centro de Futebol Zico) do Rio. São eles: Tom Lavigne Veloso, de 12 anos, filho caçula do cantor e compositor Caetano Veloso, e José Domingos de Moraes Neto, de 11 anos, neto de Dominguinhos.

- Meu pai nunca gostou de futebol, mas adora me ver jogando – disse o filho de Caetano Veloso, que jogou futebol e futsal no Fluminense nas categorias fraldinha e pré-mirim antes de ir para o CFZ.






BANDA DÔNICA

Formada por José Ibarra (vocal e piano), Miguel “Miguima” Guimarães (baixo), André “Deco” Almeida (bateria), Lucas Nunes (guitarra) e Tom Veloso (composições), a Dônica segue um caminho pouco usual para uma banda alternativa. Indo direto para uma gravadora multinacional, pulando o circuito independente, aposta num modelo tradicional e não na internet, como é natural para grande parte das bandas pós-2000.


 
2014 , Lucas Nunes, Tom Veloso, André “Deco” Almeida, José Ibarra e Miguel “Miguima” Guimarães - Divulgação/Fernando Young


O GLOBO

mÚSICA



7/12/2015
Tom Veloso planeja disco paralelo ao trabalho com sua banda Dônica
Filho de Caetano pretende gravar, com convidados, suas parcerias com Cézar Mendes
por Leonardo Lichote
 




Tom Veloso. “Hoje fico cheio de felicidade ao vê-lo tocar violão como eu nunca consegui nem conseguiria”, diz Caetano a respeito do filho - Fabio Seixo / Agência O Globo



RIO - É aquela história do filho-de-artista que cresce em ambiente musical, se encanta pela coisa desde cedo...

Não era ligado em música quando criança — conta Tom Veloso, filho mais novo de Caetano. — Era só futebol. Minha mãe conta que eu ficava vendo jogos inteiros na TV desde os 3 anos.

Tom demorou, mas hoje, aos 18 anos, gosta de música. E faz música. E — depois de ter composições gravadas por Carminho (parceria sua com Cézar Mendes e Caetano) e Roberta Sá (parceria com Cézar), além de outras nove no disco de sua banda, Dônica, tudo de um ano para cá — ele começa a preparar a estreia solo. Ou quase:

— A ideia é fazer um disco de parcerias minhas com Cézar Mendes. Temos duas, estamos fazendo uma terceira, mas tenho umas 50 músicas incompletas, nas quais vamos trabalhar — explica. — Mas não canto. Chamaríamos amigos para cantar. Gente como meu pai, Teresa Cristina... O Cézar acha que eu tenho que cantar, mas eu tenho certeza que não.

O parceiro já conseguiu demovê-lo de uma certeza antes:

— Em “Um só lugar” (gravada por Roberta Sá), depois de eu muito insistir, ele escreveu a letra. Descobri um poeta — diz Cézar.
A certeza de Tom pode se basear num reconhecimento das próprias limitações, mas ela é afetada um tanto pela sua timidez. No início com a banda Dônica (na qual é compositor), ele não admitia a ideia de subir ao palco com os colegas — o que já faz hoje, em participações nos shows. Mas mesmo em ambiente doméstico, como nas festas promovidas pela mãe Paula Lavigne, ele conta que ter as atenções voltadas para si é difícil.

— Não gosto de ter gente me olhando. Às vezes minha mãe pede pra mostrar umas músicas minhas para as pessoas... Sozinho a voz treme, o dedo sua.

O pai foi quem despertou o interesse dele (ainda periférico, se comparado à bola em campo) para a música. Por volta dos 7 anos, Tom se encantou com “Terra” e “Desde que o samba é samba”. E foi Caetano quem o apresentou, em seguida, aos Beatles (“‘Across the universe’ é a melhor música do mundo”).

— Tom era o único dos meus filhos que não gostava de música quando pequeno. Hoje fico cheio de felicidade ao vê-lo tocar violão como eu nunca consegui nem conseguiria. Cézar Mendes ensinou os acordes (Tom tinha 14 anos) e em pouco tempo ele já estava achando variações. Isso (e o contato com esses colegas de escola, musicalmente superdotados, que criaram a banda Dônica junto com ele) levou Tom a ter uma relação apaixonada com a música que antes ele só tinha com o futebol — diz Caetano.


Muitas vezes campeão pelo Flu

A menção insistente ao encanto pelo futebol não é exagero. Tom foi jogador titular das categorias de base do Fluminense dos 8 aos 13 anos, período em que ganhou alguns campeonatos cariocas (“Meu primeiro teste foi louco, meti sete gols”). “Bom pivô no salão e atacante aplicado no campo”, ele parou quando a adolescência chegou junto com a troca de técnico e o banco de reservas. Amigos de sua geração hoje estão no profissional, como Gérson.

O futebol fundamentou também sua formação musical. Nesse período, começou a ouvir (e a só ouvir) funk (“proibidão, de bandidagem ou putaria”) e pagode (“Exaltasamba, Revelação”). Hoje, MC Livinho, Nego do Borel e Xande de Pilares convivem em seus players com Criolo, Supertramp, João Gilberto e Mutantes (“Outro dia apresentei ao meu pai o ‘Tudo foi feito pelo sol’, ele adorou”).

— Não tenho muito interesse em artes plásticas, teatro... E show em pé ou filme de mais de duas horas não consigo ver. Canso. Mas ouço música o dia inteiro.